O ano de 1780 marcou o início do povoamento de Codó. Sua economia era baseada em atividades agrícolas desenvolvidas por portugueses e senhores da aristocracia rural maranhense. Um dos primeiros exploradores foi o agricultor Luís José Rodrigues e o português Francisco Marques Rodrigues. O povoamento também teve a participação de escravos africanos que trabalhavam nas lavouras, índios Barbados e Guanarés e de imigrantes sírios e libaneses.

Para ser elevado à categoria de vila, o povoado de Codó obteve o auxílio de uma Resolução Régia assinada em abril de 1833, mais tarde a Lei Estadual nº. 13, sancionada pelo governador Alfredo da Cunha Martins em 16 de Abril de 1896 elevou Codó à categoria de cidade.

No período colonial Codó destacou-se pela produção de algodão, tendo êxito na participação do processo de industrialização do Maranhão. A primeira indústria do município foi construída em 1892 e chamava-se Companhia Manufatureira e Agrícola, de propriedade de Emílio Lisboa, que posteriormente teve seu monopólio passado para Sebastião Archer, umas das grandes expressões políticas de Codó e do estado do Maranhão. Atualmente o município de Codó baseia sua economia na produção agrícola de arroz, mandioca, milho e feijão.